Como sabemos, o homem é um ser social, ele vive em sociedade, isto é, não consegue viver isoladamente, vide um bebê, que não consegue sobreviver sozinho. Mas a nossa vida em sociedade não é totalmente harmônica, pelo contrário, por vezes é bem conturbada rs. É assim porque entra em confronto maneiras diferentes de viver e de ver a vida. Essa diferença é natural para o nosso crescimento e para a dinamização da vida, porém, para viver de fato essa diferença, pode parecer um dilema ou mesmo gerar muito estresse e traumas.
A grande dúvida que nos ronda é “devo viver como quero viver ou devo viver de acordo com o que outro espera de mim?” Esse é o problema que circunda diversas cabeças, porque, além disso, não sabemos até que ponto é um desejo nosso viver de um jeito ou se estamos sendo manipulados para isso... Mas fora essa questão, a pergunta ainda paira sobre nós, mesmo que com certezas incertas ou temporárias... Afinal, quem está certo? Eu ou o outro? E esse “outro” pode ser muita gente: mãe/pai, filha(o), irmã(o), tia(o), amigo(a), vizinha(o), namorada(o), esposa(o), etc; como também pode ser instituições como as grandes mídias, a escola, o hospital etc. O “eu” também é muita gente, pode ser eu, você, ele, ela e até nós...
Quem detém a
razão? Quem tem a verdade? (veja este link: http://pensador.uol.com.br/frase/Njg3OTIw/)
Quem está certo de fato? Filosofia pura, né? rs Podem parecer perguntas
objetivas, mas possuem respostas bem relativas... Fica muito subjetivo
responder, variando de acordo com cada situação vivida. Entretanto, o mais
legal disso tudo é o nosso livre arbítrio e o nosso poder de escolha, embora
algumas pessoas possam se encontrar cerceadas. Mas sabe o que é “se encontrar”?
É um estado, um momento, que pode mudar, diferente de “ser”, eternizado e
imutável. E se podemos mudar, se for do nosso desejo, é sempre válido lutar
usando todas as nossas possibilidades e forças. Sei que não é fácil, você como
conhecedor da sua luta vai saber melhor do que eu do quanto é difícil, mas você
sabe que não é impossível...
“Amarrados” à
aceitação, nós podemos nos tornar escravos dos desejos dos outros. Mas você
pode dizer “não sei como cortar essa dependência. É tão difícil se sentir só”. Sim,
é muito importante ter o apoio dos outros. Assim, a gente encontra forças para
continuar e pra correr atrás das coisas. No fundo, no fundo, queremos o
reconhecimento, por isso estamos o tempo todo esperando aceitação. Sabe aquele
jeito comum de falar “vai caçar a sua turma!”? É bem por aí, do tipo vai atrás
de quem é do seu grupo, de quem vai te aceitar. Geralmente isso é dito de forma
pejorativa, mas na realidade acaba sendo uma grande verdade, pois cada um de
nós estamos procurando a nossa turma, onde seremos iguais e compreendidos. Pelo
menos, essa é a ideia, embora a gente mesmo mude muito ao longo da vida,
encontrando várias turmas, conforme as fases vivenciadas e os objetivos de cada
momento.
Livres da aceitação, nós podemos ser mais a gente mesmo. A gente encontra uma paz tamanha. Experimente para ver! Isso porque o sabor de fazer as próprias escolhas não tem preço. É claro que pode aparecer um certo vazio se não tivermos alguma aceitação. Porém o problema não está em fazer as próprias escolhas, ele pode ser que esteja revelando que você não está defendendo bem as suas ideias... rs Afinal, defendendo bem, acabamos encontrando alguém que nos apóie. Porque a gente sabe o que é o bom pra gente; a gente sabe o que sente; o que deseja; mesmo que isso também mude várias vezes rs. Entretanto, sabemos que o outro (que não são todas as pessoas) quer o nosso bem também e, da forma dele, tenta argumentar ao nosso favor. Cabe a gente refletir e pesar cada conselho e cada vontade nossa para saber o que devemos seguir. Sempre se “ligando” que no final a escolha é nossa, mesmo a de concordar com o que a outra pessoa está falando.
Livres da aceitação, nós podemos ser mais a gente mesmo. A gente encontra uma paz tamanha. Experimente para ver! Isso porque o sabor de fazer as próprias escolhas não tem preço. É claro que pode aparecer um certo vazio se não tivermos alguma aceitação. Porém o problema não está em fazer as próprias escolhas, ele pode ser que esteja revelando que você não está defendendo bem as suas ideias... rs Afinal, defendendo bem, acabamos encontrando alguém que nos apóie. Porque a gente sabe o que é o bom pra gente; a gente sabe o que sente; o que deseja; mesmo que isso também mude várias vezes rs. Entretanto, sabemos que o outro (que não são todas as pessoas) quer o nosso bem também e, da forma dele, tenta argumentar ao nosso favor. Cabe a gente refletir e pesar cada conselho e cada vontade nossa para saber o que devemos seguir. Sempre se “ligando” que no final a escolha é nossa, mesmo a de concordar com o que a outra pessoa está falando.
Como ficam as regras e valores da
sociedade?
As convenções são importantes quando estão
relacionadas com o bem estar social. Nesse sentido, devemos sim ser educados ou
não devemos desrespeitar ou matar outra pessoa. Mesmo que a pessoa esteja dando
todos os motivos para isso? Sim! rs. Brincadeiras a parte, esse tipo de
expectativa é bom atendermos para o bom convívio na sociedade. Sempre acho que
fazer o bem é sempre a melhor saída e mesmo que tudo esteja estranho e não
esteja da forma como queríamos, ainda assim temos a nossa coragem, a nossa
força e o nosso sorriso pra recomeçar e para emanar boas energias. E o bem
sempre tem apoio, sempre será aceito, sempre será o caminho certo...
Agora,
tem convenções que já são exageros. Por que estar com a unha feita e impecável?
Por que a barriguinha está virando quase um problema moral? rs Basta dessas
culpas na nossa vida! Essa aceitação a gente pode relevar e pensar duas vezes
se devemos sofrer e nos prender a isso. Não estou falando para ninguém deixar
de se cuidar não. Cada um sabe de si e o que causa desconfortos. Só não acho
legal ser fissurado nessas coisas, porque o tempo segue seu ritmo e a vida pode
estar passando pela janela, que nem aquela canção “Carolina” de Chico Buarque (http://letras.mus.br/chico-buarque/45122/).
Como
vimos, nada se esgota. Poderíamos continuar aqui por horas. Quem sabe em outro
momento voltamos a esse assunto. Ele é bem complexo e polêmico até, você não
concorda? Será que dá tempo de pedir mais uma rodada antes de irmos? Só não
vamos nos esquecer do nosso compromisso, em breve posto mais...





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